Agora, mais do que nunca, livre. Livrei-me do peso do indeciso e joguei fora o coração quebrado. Agora, mais do que nunca, vejo-me leve. Estava cansada do jogo de perguntas sem resposta em que me envolvi, e o atirei longe. Eu só precisava de um ponto final, saber se viveria com ou sem você. E quer saber, “sem” é bem melhor. Como eu disse: livre. Se eu tivesse algum vestido, certamente sairia rodopiando-o por aí, e quem sabe até cantarolasse uma música enquanto saltitava. Bom, é só modo de falar, mesmo que tivesse um, não o faria. Mas o que quero dizer, é que, agora, mais do que nunca, estou feliz. Quem diria, que em um fim encontraria tamanha paz? Agora, porém, só. E é na solidão que aprendi a encontrar minha calmaria. (Morphine)
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