Olhe direito, Zé!
Eu não sou a melhor,
e nem serei
pra ele, que tanto me quis.
Veja bem,
o melhor é
que eu seja minha,
apenas.
E continuar vazia.
O que faço agora, Zé?
Não quero ser de alguém,
mas quero tanto ser amada!
Olhe dentro de mim, Zé:
“Que bagunça, menina!”
e nem serei
pra ele, que tanto me quis.
Veja bem,
o melhor é
que eu seja minha,
apenas.
E continuar vazia.
O que faço agora, Zé?
Não quero ser de alguém,
mas quero tanto ser amada!
Olhe dentro de mim, Zé:
“Que bagunça, menina!”
— Anna
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